ASUS Zenbook Infinity tem lançamento confirmado no Brasil

ASUS Zenbook Infinity tem lançamento confirmado no Brasil
Modelo tem acabamento em Gorilla Glass e hardware robusto. A ASUS confirmou nesta semana o lançamento dos modelos Zenbook UX301 e Zenbook UX302 no Brasil. Apresentados durante a Computex 2013, os aparelhos possuem uma tampa à prova de riscos, protegida com um vidro Gorilla Glass 3. Os modelos tem processador Haswell com GPU integrada Iris e são equipados com processador Intel Core i7 (há versões com Core i5) com TDP de 28 W, o que garante um baixo consumo de energia. A tela tem resolução WQHD (2560×1440 pixels). O modelo UX301 estará disponível nas lojas brasileiras nas cores branca e azul e o preço sugerido é de R$ 8.999. Já o modelo UX302 será comercializado apenas na cor azul e o preço sugerido é de R$ 6.999. As vendas devem começar até o final deste mês.
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Nova arquitetura de internet: Nova Gênesis

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Pesquisas em desenvolvimento em diversos cantos do mundo tentam, a todo o momento, encontrar soluções e aprimoramentos para a rede interligada de computadores, de forma a dar mais segurança aos ambientes virtuais e continuar fornecendo suporte frente à demanda tecnológica e à evolução dos serviços. Enquanto as instâncias de vida e de trabalho se tornam cada vez mais imersas nesse ambiente conectado, há quem pesquise um novo modelo de rede. Um desses projetos que propõe um tipo inédito de internet vem do sul de Minas Gerais, na cidade de Santa Rita do Sapucaí. Desenvolvido pelo Instituto Nacional de Telecomunicações (Inatel), o programa Nova Gênesis estuda a criação de uma nova arquitetura de processamento e troca de dados. A proposta é encontrar uma tecnologia mais adequada, compreensiva, flexível e segura que resolva os problemas e responda aos desafios da web contemporânea. “A nova rede está sendo reprojetada desde o início. Na época em que a internet convencional foi concebida, não havia tanta preocupação com segurança, os equipamentos que existiam tinham memórias precárias. O que estamos fazendo é reprojetar para que esta rede possa ser segura desde o começo, adicionando novos mecanismos neste processo”, diz Antônio Marques Alberti, professor e pesquisador do Inatel. A ideia de desenvolver uma nova internet brasileira começou em 2008 no Instituto. O projeto Nova Gênesis usa o conceito de SOA (arquitetura orientada a serviços) para simplificar o gerenciamento da rede, e utiliza nomes auto-certificáveis para que as máquinas se comuniquem, substituindo o IP. No final de 2011, o programa fechou uma parceria com uma universidade sul-coreana, com quem realizou testes de navegação e troca de dados nesse ambiente em desenvolvimento. Os experimentos têm ajudado os pesquisadores a melhorar o sistema, e futuras versões do Nova Gênesis podem ser testadas em universidades brasileiras a partir do ano que vem. A nova internet propõe uma maior proteção ao usuário. Em tempos de espionagem e de roubo de dados por agentes governamentais (estrangeiros, inclusive), é de se pensar se o projeto é realmente uma solução ou mesmo uma resposta brasileira aos serviços de comunicação vigentes. “É preciso ressaltar, porém, que não existe internet 100% segura”, diz Alberti, com a segurança de quem entende do assunto. O projeto Nova Gênesis conta apenas com os recursos do Inatel, sem investimentos de governos ou de parceiros comerciais. O próximo passo é ampliar os testes da nova rede em escala mundial, mas ainda faltam condições e estrutura para isto acontecer.

 

Fonte: Inatel

Oque é a Internet2?

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A Internet2 é uma iniciativa norte-americana, voltada para o desenvolvimento de tecnologias e aplicações avançadas de redes Internet para comunidades acadêmicas e de pesquisa. A iniciativa envolve mais de duzentos(200) universidades norte-americanas, além de agências do governo e indústria e visa ao desenvolvimento de novas aplicações como telemedicina, bibliotecas digitais, laboratórios virtuais, entre outras que não são viáveis com a tecnologia Internet atual. O objetivo final da iniciativa não é somente o desenvolvimento de pesquisas exclusivamente voltadas para a área acadêmica, mas também a transferência, para o setor comercial, das tecnologias desenvolvidas e testadas ao longo da execução dos projetos. O Brasil, através do Ministério da Ciência e Tecnologia e da Rede Nacional de Ensino e Pesquisa (RNP), vem acompanhando de perto o desenvolvimento da Internet2, tendo participado de vários encontros de trabalho de seus líderes. A participação formal do Brasil e de suas instituições de ensino superior e centros de pesquisa foi também incluída no acordo de cooperação em tecnologias para a educação, assinado em outubro de 1997, por ocasião da visita do presidente Clinton ao Brasil. Em março de 2000, a RNP e a University Corporation for Advanced Internet Development (Ucaid) assinaram o Memorandum of Understanding (MoU), que coloca, definitivamente, o Brasil como parceiro do projeto norte-americano. A primeira conexão do backbone da RNP à Internet2 ocorreu em 29 de agosto de 2001 através do projeto Americas Path (Ampath). Em 2004, a comunicação com o projeto norte-americano passou a ser feita via Rede Clara (Cooperação Latino-Americana de Redes Avançadas). Atualmente, a RNP também compartilha um link direto à Internet2 com a Clara e com a Ansp (rede avançada de São Paulo), através do projeto Whren-Lila (Western Hemisphere Research and Education Networks – Links Interconecting Latin America).

Fonte: RNP